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	<title>Comentários para blog</title>
	<link>http://blog.transporteativo.org.br</link>
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	<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 09:52:16 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Comentário em Pelo fim do Cicloativismo por João Lacerda</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2009/05/19/fim-do-cicloativismo/#comment-68344</link>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 20:37:46 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2009/05/19/fim-do-cicloativismo/#comment-68344</guid>
					<description>Rodrigo,

A idéia é sim levantar polêmica. Mas acima de tudo, é importante deixar claro que não basta ser "contra tudo isso que está aí", mas valorizar o que há de positivo no uso da bicicleta.

É muito mais fácil convencer alguém a mudar seu comportamento pelo prazer do que pela culpa.

abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>A idéia é sim levantar polêmica. Mas acima de tudo, é importante deixar claro que não basta ser &#8220;contra tudo isso que está aí&#8221;, mas valorizar o que há de positivo no uso da bicicleta.</p>
<p>É muito mais fácil convencer alguém a mudar seu comportamento pelo prazer do que pela culpa.</p>
<p>abs
</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário em Pelo fim do Cicloativismo por Rodrigo Nery</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2009/05/19/fim-do-cicloativismo/#comment-68342</link>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 19:26:46 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2009/05/19/fim-do-cicloativismo/#comment-68342</guid>
					<description>Texto muito legal e bonitinho mas infelizmente serve só pra causar polêmica.  Gostei mais do vídeo que sim trata a bike como deveria ser vista.  Mas voltando ao assunto, acho pertinente questionar o ciclo-ativismo na Dinamarca mas aqui no Brasil???  Infelizmente precisamos ainda sim dos ativistas, sejam eles pró bikes, escova de dentes, anti-fumo, contra drogas, a favor da saúde pública, contra a corrupção, etc... Na verdade o que não falta no Brasil é coisa pra ser "ativada" é ou não é?  Sei que não se trata de um ataque ao ciclo-ativismo mas é preciso que as pessoas entendam que sem esses corajosos ciclistas nunca teríamos o que a cidade de São Paulo está conquistando ultimamente. Concordo com o Pasqualini que a maioria dos argumentos aqui são de pessoas que não querem largar seu carro em casa e estão loucas pra arrumar um argumento contra os ciclistas.  Afinal eles vivem atrapalhando a bendita fluidez dos automóveis.  Talvez fosse melhor deixarmos que as 40mil mortes no trânsito por ano continuem acontecendo.  O dia que um motorista bêbado te atropelar num parque não vale reclamar tá.  PS: Pô David, se você não quer (quenta) subir pela Rebouças, vai pela Vila Madalena ou pelo Jardins, é bem mais agradável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito legal e bonitinho mas infelizmente serve só pra causar polêmica.  Gostei mais do vídeo que sim trata a bike como deveria ser vista.  Mas voltando ao assunto, acho pertinente questionar o ciclo-ativismo na Dinamarca mas aqui no Brasil???  Infelizmente precisamos ainda sim dos ativistas, sejam eles pró bikes, escova de dentes, anti-fumo, contra drogas, a favor da saúde pública, contra a corrupção, etc&#8230; Na verdade o que não falta no Brasil é coisa pra ser &#8220;ativada&#8221; é ou não é?  Sei que não se trata de um ataque ao ciclo-ativismo mas é preciso que as pessoas entendam que sem esses corajosos ciclistas nunca teríamos o que a cidade de São Paulo está conquistando ultimamente. Concordo com o Pasqualini que a maioria dos argumentos aqui são de pessoas que não querem largar seu carro em casa e estão loucas pra arrumar um argumento contra os ciclistas.  Afinal eles vivem atrapalhando a bendita fluidez dos automóveis.  Talvez fosse melhor deixarmos que as 40mil mortes no trânsito por ano continuem acontecendo.  O dia que um motorista bêbado te atropelar num parque não vale reclamar tá.  PS: Pô David, se você não quer (quenta) subir pela Rebouças, vai pela Vila Madalena ou pelo Jardins, é bem mais agradável.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Alta potência sonora por Lucas Jerzy Portela</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/10/alta-potencia-sonora/#comment-68301</link>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:07:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/10/alta-potencia-sonora/#comment-68301</guid>
					<description>eu já pensava nisso pro carnaval de Salvador - desde que existe o MicroTrio, experiencia do jazz-man Ivan Uol de usar uma topic pra desfilar entre os enormes caminhõe sonoros na Barra e na Ondina.


sem corda e sem abadá, claro. De graça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu já pensava nisso pro carnaval de Salvador - desde que existe o MicroTrio, experiencia do jazz-man Ivan Uol de usar uma topic pra desfilar entre os enormes caminhõe sonoros na Barra e na Ondina.</p>
<p>sem corda e sem abadá, claro. De graça.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Onde se fabricam ciclistas por Eduardo Merheje Jr</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/02/onde-se-fabricam-ciclistas/#comment-68251</link>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:16:14 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/02/onde-se-fabricam-ciclistas/#comment-68251</guid>
					<description>Excelentes iniciativas que governos passados falavam e não praticavam o Interparques e Parques Lineares, e os  Caminhos Verdes do Plano Diretor de 2002/3 não passaram de algumas plantinhas nos canteiros... Desculpem o senso crítico...

Fabricar ciclistas é permitir o bom humor ocupando o espaço público da Cidade de São Paulo... É produzir novos humanos.
 
Não importa a falta de saneamento!... Nossa força ajudará conquistar... No Litoral da Praia Grande foi assim tambem, primeiro a Ciclovia e agora o saneamento,

Saudações Ciclistas,
eduardomerge</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelentes iniciativas que governos passados falavam e não praticavam o Interparques e Parques Lineares, e os  Caminhos Verdes do Plano Diretor de 2002/3 não passaram de algumas plantinhas nos canteiros&#8230; Desculpem o senso crítico&#8230;</p>
<p>Fabricar ciclistas é permitir o bom humor ocupando o espaço público da Cidade de São Paulo&#8230; É produzir novos humanos.</p>
<p>Não importa a falta de saneamento!&#8230; Nossa força ajudará conquistar&#8230; No Litoral da Praia Grande foi assim tambem, primeiro a Ciclovia e agora o saneamento,</p>
<p>Saudações Ciclistas,<br />
eduardomerge
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Com bicicletas em ônibus por Cristiano</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/04/bicicletas-em-onibus/#comment-68136</link>
		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 21:36:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/04/bicicletas-em-onibus/#comment-68136</guid>
					<description>O fato é que uma coisa não exclui a importância da outra.
Gostaria de saber como posso descobrir a política que cada empresa empresa em relação a bicicleta? Será que pela internet achamos alguma informação ou devemos procurar contatos mais tradicionais?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O fato é que uma coisa não exclui a importância da outra.<br />
Gostaria de saber como posso descobrir a política que cada empresa empresa em relação a bicicleta? Será que pela internet achamos alguma informação ou devemos procurar contatos mais tradicionais?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Com bicicletas em ônibus por Marcos Vinicius Pereira</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/04/bicicletas-em-onibus/#comment-68096</link>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 17:25:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/04/bicicletas-em-onibus/#comment-68096</guid>
					<description>A idéia é ótima, mas antes do cicloturismo, acho que seria mais importante e mais impactante fazer com que os ônibus municipais e transporte metro/ferroviário permitissem o transporte de bicicletas, ainda que fosse em suportes externos ao veículo. Isso sim seria o maior passo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia é ótima, mas antes do cicloturismo, acho que seria mais importante e mais impactante fazer com que os ônibus municipais e transporte metro/ferroviário permitissem o transporte de bicicletas, ainda que fosse em suportes externos ao veículo. Isso sim seria o maior passo!
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Nasce um Novo Ciclista por Clement</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2007/04/11/nasce-ciclista/#comment-68075</link>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 04:37:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2007/04/11/nasce-ciclista/#comment-68075</guid>
					<description>"O ciclista não pode andar pela calçada. Tem que andar apenas pela rua..."
Esta regra é válida mesmo?
Pois, já via a citação que "andando devagar, sem ameaçar pedestres, não constitui infração andar de bicicleta na calçada"...
Quem está certo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O ciclista não pode andar pela calçada. Tem que andar apenas pela rua&#8230;&#8221;<br />
Esta regra é válida mesmo?<br />
Pois, já via a citação que &#8220;andando devagar, sem ameaçar pedestres, não constitui infração andar de bicicleta na calçada&#8221;&#8230;<br />
Quem está certo?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Nichos e Marketing de Massa por O início &#171; De primeira viagem</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2009/11/30/nichos-marketing-massa/#comment-68032</link>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 01:50:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2009/11/30/nichos-marketing-massa/#comment-68032</guid>
					<description>[...] 04/03/2010 por Jskmartineli    Confesso que aprendi a andar de bicicleta um pouco tarde. Apesar de ter vivido até os 6 anos em uma rua sem saída em Salvador/Ba, naquela época &#8211; lá no início dos anos 80 &#8211; criança pequena andava de velotrol. Depois, indo morar em Belém/Pa, o apto não comportava uma bicicleta, que dirá 3 (o numero de filhos &#8211; se um tem, todos tem). Somente aos 11 anos, com a possibilidade próxima de ir morar em uma fazenda, ganhei minha primeira bicicleta, uma monark brisa, rosa, com cestinha, linda de morrer. As primeiras pedaladas, em sítios de amigos, foram difíceis&#8230; sempre fui uma &#8216;criança grande&#8217; e pouca gente tinha disposição pra me guiar. Quedas e um encontro com um cajueiro foram necessários até que eu ganhasse segurança pra pedalar sozinha. Logo fiquei boa de pedal&#8230; andar longe do trânsito, em caminhos de sítios e fazendas, desviando apenas de buracos, me transformaram numa ciclista limitada a passeios solos&#8230; mas uma boa ciclista&#8230; pedalar sem as mãos, pedalar de pé&#8230; Mas a jovem ciclista cresceu. Voltei à cidade (quase) grande, virei jornalista-boêmia, e pedalar no trânsito nunca foi um atrativo. E de qualquer forma, também nunca quis aprender a dirigir &#8211; confesso não ser muito fã de automóveis. Bicicleta na minha vida, só anos mais tarde, em um casamento onde o marido pedalava. Na garupa, rodei por Belém. Vivenciei uma cidade onde a bicicleta é maioria, mas ainda coisa de quem não tem dinheiro pra ter carro, de pobre mesmo, não uma opção de vida &#8211; o conceito &#8216;bike hype&#8216; está longe de existir por lá. Vi o quanto as pessoas não respeitam os outros, nem os de carro, os ciclistas, muito menos os pedestres. Fechava o olho quando podia, pra não perceber os automóveis passando tão perto e pedia que nada de mal acontecesse com quem estivesse sobre duas rodas não motorizadas. O posto de &#8216;garupa-esposa&#8217; durou quase 3 anos e acabou com o fim do casamento. Uma nova mudança me trouxe para uma cidade bem maior, grande de verdade. Cidade onde jamais arriscaria me tornar motorista e onde a vida de pedestre é um pouco mais confortável, graças ao transporte público um pouco mais dígno e ao metrô, claro. Quis o destino, nessa grande cidade, que eu, a baiana-defamíliapaulista-quaseparaense, conhecesse uma sergipana, retirante jornalista (assim como eu), virada e cheia de disposição sobre duas rodas de bike. Os sonhos profissionais, os desejos utópicos, o senso crítico e a vontade de fazer diferente transformaram essa amizade em algo vital. Mas uma coisa impedia que esse elo se fechasse por completo. Duas rodas versus dois pés. Como fazer? Uma tolerava a diferença da outra, mas em algum momento era preciso se separar. A paixão da ciclista pelos pedais, quase que insuportável para quem não entende a &#8216;causa&#8217;, passou a influenciar a amiga pedestre. Mas eu, a caminhante, sempre tive medo. Medo da ignorância e da estupidez de um trânsito que mata cerca de 40 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. A amizade, que só foi aumentando, alcançou novos vínculos e a extensão das &#8216;raias&#8217; da pista, conquistando outros e outras ciclistas, criando um novo mundo todo especial, de assuntos novos, dificuldades e realidades. A minha identificação, claro, foi imediata e não-pedalar passou a ser um problema existencial, pois via tudo aquilo como uma forma de se libertar de um de meus tantos medos. Chegou então o Carnaval, tempo de libertação, onde as pessoas se arriscam, se &#8216;jogam&#8217; e aproveitam a cidade tranquila, vazia, para se soltar e comemorar. Comemoração também da chegada do &#8216;Benedito&#8216; &#8211; a nova bicicleta da amiga ciclista, a primeira bicicleta &#8216;macho&#8217; que se tem notícia -  que deixou a doce e alegórica &#8216;Amélie&#8217; disponível para me ensinar a ocupar meu lugar na rua. 3 dias. 3 dias de &#8216;rolês&#8217; carnavalescos foram suficientes para incluir mais uma ciclista nas ruas de SP. Carnaval na Ciclofaixa [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] 04/03/2010 por Jskmartineli    Confesso que aprendi a andar de bicicleta um pouco tarde. Apesar de ter vivido até os 6 anos em uma rua sem saída em Salvador/Ba, naquela época &#8211; lá no início dos anos 80 &#8211; criança pequena andava de velotrol. Depois, indo morar em Belém/Pa, o apto não comportava uma bicicleta, que dirá 3 (o numero de filhos &#8211; se um tem, todos tem). Somente aos 11 anos, com a possibilidade próxima de ir morar em uma fazenda, ganhei minha primeira bicicleta, uma monark brisa, rosa, com cestinha, linda de morrer. As primeiras pedaladas, em sítios de amigos, foram difíceis&#8230; sempre fui uma &#8216;criança grande&#8217; e pouca gente tinha disposição pra me guiar. Quedas e um encontro com um cajueiro foram necessários até que eu ganhasse segurança pra pedalar sozinha. Logo fiquei boa de pedal&#8230; andar longe do trânsito, em caminhos de sítios e fazendas, desviando apenas de buracos, me transformaram numa ciclista limitada a passeios solos&#8230; mas uma boa ciclista&#8230; pedalar sem as mãos, pedalar de pé&#8230; Mas a jovem ciclista cresceu. Voltei à cidade (quase) grande, virei jornalista-boêmia, e pedalar no trânsito nunca foi um atrativo. E de qualquer forma, também nunca quis aprender a dirigir &#8211; confesso não ser muito fã de automóveis. Bicicleta na minha vida, só anos mais tarde, em um casamento onde o marido pedalava. Na garupa, rodei por Belém. Vivenciei uma cidade onde a bicicleta é maioria, mas ainda coisa de quem não tem dinheiro pra ter carro, de pobre mesmo, não uma opção de vida &#8211; o conceito &#8216;bike hype&#8216; está longe de existir por lá. Vi o quanto as pessoas não respeitam os outros, nem os de carro, os ciclistas, muito menos os pedestres. Fechava o olho quando podia, pra não perceber os automóveis passando tão perto e pedia que nada de mal acontecesse com quem estivesse sobre duas rodas não motorizadas. O posto de &#8216;garupa-esposa&#8217; durou quase 3 anos e acabou com o fim do casamento. Uma nova mudança me trouxe para uma cidade bem maior, grande de verdade. Cidade onde jamais arriscaria me tornar motorista e onde a vida de pedestre é um pouco mais confortável, graças ao transporte público um pouco mais dígno e ao metrô, claro. Quis o destino, nessa grande cidade, que eu, a baiana-defamíliapaulista-quaseparaense, conhecesse uma sergipana, retirante jornalista (assim como eu), virada e cheia de disposição sobre duas rodas de bike. Os sonhos profissionais, os desejos utópicos, o senso crítico e a vontade de fazer diferente transformaram essa amizade em algo vital. Mas uma coisa impedia que esse elo se fechasse por completo. Duas rodas versus dois pés. Como fazer? Uma tolerava a diferença da outra, mas em algum momento era preciso se separar. A paixão da ciclista pelos pedais, quase que insuportável para quem não entende a &#8216;causa&#8217;, passou a influenciar a amiga pedestre. Mas eu, a caminhante, sempre tive medo. Medo da ignorância e da estupidez de um trânsito que mata cerca de 40 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. A amizade, que só foi aumentando, alcançou novos vínculos e a extensão das &#8216;raias&#8217; da pista, conquistando outros e outras ciclistas, criando um novo mundo todo especial, de assuntos novos, dificuldades e realidades. A minha identificação, claro, foi imediata e não-pedalar passou a ser um problema existencial, pois via tudo aquilo como uma forma de se libertar de um de meus tantos medos. Chegou então o Carnaval, tempo de libertação, onde as pessoas se arriscam, se &#8216;jogam&#8217; e aproveitam a cidade tranquila, vazia, para se soltar e comemorar. Comemoração também da chegada do &#8216;Benedito&#8216; &#8211; a nova bicicleta da amiga ciclista, a primeira bicicleta &#8216;macho&#8217; que se tem notícia -  que deixou a doce e alegórica &#8216;Amélie&#8217; disponível para me ensinar a ocupar meu lugar na rua. 3 dias. 3 dias de &#8216;rolês&#8217; carnavalescos foram suficientes para incluir mais uma ciclista nas ruas de SP. Carnaval na Ciclofaixa [&#8230;]
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Aniversário do Rio de Janeiro por michelly</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2007/03/01/aniversario-rj/#comment-68023</link>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 15:47:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2007/03/01/aniversario-rj/#comment-68023</guid>
					<description>eu achei legal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu achei legal
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em 445 anos de belezas naturais por Claudinei</title>
		<link>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/01/445-anos-belezas-naturais/#comment-68002</link>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:08:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.transporteativo.org.br/2010/03/01/445-anos-belezas-naturais/#comment-68002</guid>
					<description>Olá,excelente o blog,gostei muito,tomei a liberdade de criar um link no meu blog para esse blog,estarei acompamhando sempre as atualizações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,excelente o blog,gostei muito,tomei a liberdade de criar um link no meu blog para esse blog,estarei acompamhando sempre as atualizações.
</p>
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