Blog da Transporte Ativo
7jul/091

Cicloliberdade em Números

Vélib Chic e feliz em Paris - foto Sporlink

O sistema de bicicletas públicas em Paris vai completar 2 anos, os números indicam um estrondoso sucesso. Ao olhar friamente os números, é possível diagnosticar algumas tendências e caminhos.

- 53 milhões de viagens

- 36.5 com passes anuais

- 16.5 milhões com passes semanais ou diários

- Os terminais de Vélib já emitiram 7 milhões de bilhetes

- Aumentou o uso integrado com o sistema de transporte público

- Estações estão sendo aumentadas em pontos com grande demanda

- Há o monitoramento contínuo e a realização de melhorias nas bicicletas, estações, na distribuição e no software.

- Aumento na manutenção e redistribuição noturnas

- As principais bandeiras de cartão de crédito são aceitas (Visa, MasterCard, Europay, American Express e JCB)

- As estações passaram a contar com instruções completas em inglês, espanhol, alemão além de francês (por vezes ainda necessário)

- Quando não há vagas ou bicicletas em uma estação, pressione 5 depois 6 no terminal. Será mostrada a disponibilidade de vagas e de bicicletas nas estações mais próximas.

- Tem Vélib no iPhone

Novas comunas ao redor de Paris passaram a contar com o sistema

- 17 já tem estações Vélib abertas entre abril e Junho

- 136.556 viagens nas novas áreas

- O programa tem ramificações em 30 comunas ao redor de Paris (algumas são cidades com leis próprias)

Para mais informações em francês http://velib.centraldoc.com/newsletter/

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Comentários (1) Trackbacks (2)
  1. Fico sempre entusiasmado e animado quando vejo o sucesso de um empreendimento como este. Mas o mais interessante foi a velocidade com que se deu tal transformação – 2 anos. Copenhagen, 40 ANOS ATRÁS, era uma cidade tão “carrófila” quanto qualquer outra no mundo…Levou um período muito maior para passar a ser outra cidade onde 55% da população escolhe usar a bicicleta, 37% na grande área metropolitana. Acredito que foi muito mais difícil. Quando será que o poder público vai acordar que as vezes é preciso tomar uma medidas “impopulares” para o bem comum a longo prazo. Lerner, de Curitiba, parece ter sido o último político com alguma capacidade de atuar pelo bem da cidade, independente da opinião DO MOMENTO. Quem sabe os atuais não se espelham no que ele fez lá e tentam reproduzir em todo o país açoes que nos levem a ter, ESPERO QUE EM MENOS DE 40 ANOS, cidades como Copenhagen ou Paris. É ficar de olho na hora de votar!


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